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Brio, uma plataforma de histórias reais

A plataforma brasileira oferece uma experiência rica e diferente de ler e fazer notícia

Há infinitas maneiras de contar um mesmo fato. Aproveitando esta máxima, a plataforma multimídia de histórias reais BRIO, que foi lançada no início deste ano, já exibe inúmeros seguidores assíduos. O motivo? O site oficial disponibiliza aos leitores enredos em reportagens reais que parecem até ficção de tão envolventes. Fundado pelos jornalistas Breno Costa, Felipe Seligman e Fernando Mello, o Brio ainda conta com diversos outros colaboradores para manter vivo e instigante o conteúdo do site.

Algumas das reportagens do site disponíveis ao assinante.
Algumas das reportagens do site disponíveis ao leitor

A plataforma disponibiliza reportagens que conquistam os leitores pela sua sedutora arquitetura de palavras que esmiuçam, de forma cirúrgica, um fato que poderia ter passado em branco se fosse publicado em um jornal tradicional, não dando o peso justo para os personagens e a profundidade necessária para os conflitos e suas respectivas resoluções. A intenção de fomentar a troca de impressões entre os leitores foi conquistada, com sucesso, graças às histórias e a forma com que elas estão sendo escritas.

A Brio é uma confirmação de que um universo inteiro pode ser criado na mente do leitor se o transmissor, no caso o jornalista, for além da cartilha aprendida nos tempos de faculdade. “Tínhamos um sentimento em comum: o que existia no ambiente de informação não era suficiente para a gente que gosta de ler materiais bem produzidos, bem editados e que falem sobre temas relevantes, de maneira inovadora.”, diz Breno Costa, um dos fundadores do projeto que comenta,  também, como ele vê a produção de conteúdo hoje na era digital: “É um desafio enorme, porque é realmente muito fácil produzir conteúdo na internet. Mais do que a lógica dos Blogs, é relativamente fácil você fazer uma reportagem ou um texto pretensamente jornalístico. A questão é a qualidade.” E completa: “De um lado, a tentação da rapidez, a busca por antecipar, em 30 segundos, a notícia que seu concorrente certamente dará dali a pouco. De outro, a percepção de que o usuário quer notícias curtíssimas, sem contexto, sem aprofundamento, sem preocupação com a forma. Jornalismo virou sinônimo de coisa chata para a maioria das pessoas. Acho que o desafio da produção de conteúdo na era da internet é justamente quebrar esse estigma, fazendo da notícia dita séria algo agradável de ser consumido.”

O conteúdo da Brio pode ser acessado por qualquer pessoa podendo ali mergulhar em inúmeros títulos interessantes como: Lobos vs Coiotes de María Verza, que comenta sobre o contexto  do tráfico de drogas no México, e A Espera de Matheus Leitão, que conta a história de um homem que delatou seus pais no período da ditadura militar. notícias que ganharam outros contornos e são exemplos de como é possível reinventar uma antiga fórmula.

Acesse o site do Brio e descubra mais.

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